REVISTA VEJA, sábado, 14 de junho de 2014
Lauro Jardim Radar on-line
com Gabriel Mascarenhas e Thiago Prado

LAURO JARDIM
Lauro Jardim Radar on-line
com Gabriel Mascarenhas e Thiago Prado
LAURO JARDIM
Os Xikrin ameaçam incendiar tudo
Um conflito entre índios e a Vale ferve a cidade de Ourilândia, no Pará, onde a maior mineradora do mundo tem uma unidade de extração de níquel desde 2005.
Desde a manhã de quinta-feira, cerca de 350 índios Xikrin do Cateté mantêm, em cárcere privado cinquenta empregados da Vale dentro da própria unidade.
Os índios ameaçam pôr fogo no local agora às 15 horas. O forno da unidade está sendo mantido ligado em potência mínima diante do risco de incêndio.
E o que os índios reivindicam? Dinheiro. A Vale contribui com 9 milhões de reais para as três aldeias dos Xikrin na região, mas eles exigem quatro vezes mais.
Também desde quinta-feira, o governo estadual e a Funai foram avisados do que estava acontecendo em Ourilândia. Talvez mais preocupados com a Copa, ninguém se mexeu.Por Lauro Jardim
Um conflito entre índios e a Vale ferve a cidade de Ourilândia, no Pará, onde a maior mineradora do mundo tem uma unidade de extração de níquel desde 2005.
Desde a manhã de quinta-feira, cerca de 350 índios Xikrin do Cateté mantêm, em cárcere privado cinquenta empregados da Vale dentro da própria unidade.
Os índios ameaçam pôr fogo no local agora às 15 horas. O forno da unidade está sendo mantido ligado em potência mínima diante do risco de incêndio.
E o que os índios reivindicam? Dinheiro. A Vale contribui com 9 milhões de reais para as três aldeias dos Xikrin na região, mas eles exigem quatro vezes mais.
Também desde quinta-feira, o governo estadual e a Funai foram avisados do que estava acontecendo em Ourilândia. Talvez mais preocupados com a Copa, ninguém se mexeu.Por Lauro Jardim
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